José James

Ele estreou há dois anos, com The dreamer, e foi saudado como o cantor e compositor que melhor traduziu o jazz para a geração hip hop. Seu segundo disco, Blackmagic (lançado em janeiro na Inglaterra, pelo mesmo selo de sua estreia, Brownswood Recordings, do DJ Gilles Peterson, da Radio 1, da BBC), pode não ter tido o impacto e o grau de novidade do primeiro, mas mantém a envolvente mistura de soul, jazz, hip-hop e drum’n’ bass.

São 14 faixas, sendo que a última, e longa, com 14 minutos de duração, The light, não é listada na capa ou no encarte do CD, que investem em atmosferas inebriantes e hipnóticas. Um nome para ser guardado e ouvido.

Num primeiro momento, as composições de James (algumas com diferentes parceiros) parecem apelar para a mesma fórmula: quase sempre bases eletrônicas repetitivas, poucas nuances melódicas e piano acústico sustentam sua voz incrível. Mas Blackmagic é um disco que cresce a cada audição, rico em seus detalhes minimalistas, com muito o que se deleitar.

que voz não?!

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